Por
Emília dos Santos Gomes
Marta Mendes Valadares
Shayenne Bueno da Silva
Pólo Rocinha
A matéria trata alguns fatos da violência no cotidiano escolar e reúne apontamentos de pedagogos, educadores e demais especialistas sobre ações possíveis para a educação, na intenção de fortalecer o debate e reunir a coletividade em prol uma convivência não violenta.
Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=AwtMj4jaqwU
"o jovem precisa ter perspectiva de futuro..." Se a família (muitas vezes inexistente) e a sociedade (que exclui) não lhe traz esta perspectiva, essa tarefa cai sobre os ombros dos docentes, não tem como escapar! O "personal father" e "personal mother", como diz Cortella, passou a ser item obrigatório nas escolas, e digo todas elas, públicas e privadas. Por outro lado não posso me colocar na posição de platéia aguardando o show, ou seja, aguardando que a parte da família seja feita. Enquanto não fazem, na posição de educadora, preciso pensar em como formar este cidadão para que,no futuro, seja a família que estará presente na formação dos seus filhos.
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