quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Polo Rocinha Ad 2 Trio 
Nome : Ana Cristina Tavares Brilhante      
Nome : Jannimária Nascimento Souza    
Nome : Nadir Grandino da Costa     
           

Em menos de um mês, escola tem o 3º caso de violência entre alunos.

Nesta segunda-feira (19), um adolescente de 14 anos foi agredido com chutes e socos na Escola Estadual Heitor Penteado, em Americana.

Mais um caso de violência entre estudantes foi registrado nesta segunda-feira (19) na Escola Estadual Dr. Heitor Penteado, em Americana. Um adolescente de 14 anos foi agredido com chutes e socos, após uma discussão com um outro aluno. Em menos de um mês, esse é o terceiro caso registrado na unidade de ensino.
Segundo o registro policial, a vítima e o colega, cuja idade não foi informada, se desentenderam dentro da escola, após o suspeito das agressões ter falado mal da família do adolescente. Foi, então, que o menor foi atingido com chutes e socos. Com ferimentos leves e acompanhada da irmã, a vítima registrou um boletim de ocorrência na CPJ (Central de Polícia Judiciária) de Americana.
A direção da unidade informou que convocou os pais dos alunos envolvidos para uma reunião e o Conselho Escolar se reunirá para definir quais medidas serão adotadas. “A Diretoria Regional de Ensino de Americana repudia atos de violência e lamenta o fato ocorrido na Escola Estadual Heitor Penteado. O estudante agredido foi prontamente atendido pela direção da escola e o responsável pela agressão será suspenso”, traz a nota enviada para imprensa.
Ainda segundo o comunicado, “a professora mediadora – profissional capacitada para identificar situações de vulnerabilidade e traçar estratégias em conjunto com a comunidade escolar – tem realizado trabalhos de conscientização e sensibilização dos alunos, professores e coordenadores e desenvolvido atividades para reforçar a cultura da paz e a justiça restaurativa”.
Outros casos
O primeiro caso de agressão aconteceu na noite de 24 de agosto e envolveu três alunos maiores de idade, que frequentavam o EJA (Educação para Jovens Adultos). Um dos estudantes foi atingido na cabeça por uma cadeira. O rapaz precisou ser socorrido por uma unidade do resgate e foi levado para o Hospital Municipal Dr. Waldemar Tebaldi.
Os envolvidos na briga ficaram seis dias suspensos e, depois, o Conselho Escolar exigiu que os estudantes deixassem a instituição de ensino.
Os alunos estavam há dois quarteirões da Escola Estadual Dr. Heitor Penteado, colégio onde estudam. A vítima deve ficar dois meses com a perna imobilizada.
Referência bibliográfica 
http://liberal.com.br/cidades/americana/em-menos-de-um-mes-escola-tem-o-3o-caso-de-violencia-entre-alunos-439951/


Um velho problema...
O fenômeno da violência no cenário escolar é mais antigo do que se pensa. Prova disso é o fato de ele ser tema de estudo nos Estados Unidos desde a década de 1950. Porém, com o passar do tempo, ele foi ganhando traços mais graves e transformando-se em um problema social realmente preocupante. Hoje, relaciona-se com a disseminação do uso de drogas, o movimento de formação de gangues – eventualmente ligadas ao narcotráfico – e com a facilidade de portar armas, inclusive as de fogo. Tudo isso tendo como pano de fundo o fato de que as escolas perderam o vínculo com a comunidade e acabaram incorporadas à violência cotidiana do espaço urbano. Enfim, deixaram de ser o porto seguro para os jovens estudantes.
[Artigo O bê-á-bá da intolerância e da discriminação, Unicef Brasil]

Referência bibliográfica: 
http://www.unicef.org/brazil/pt/Cap_02.pdf

Infelizmente a violência entrou no currículo escolar das escolas brasileiras. Ao invés dos conflitos se fazerem no campo democrático das ideias, eles se fazem presentes através de agressões, ameaças e abusos, onde alunos, professores, diretores e funcionários são obrigados a conviver diariamente.
Apesar da violência escolar não ser um problema novo, nota-se que tem se agravado a cada dia e o próprio avanço da tecnologia e dos meios de comunicação contribuem para que isso aconteça. Prova disso é a internet e as redes sociais servirem de veículo de divulgação de brigas entre alunos, tornando esses fatos corriqueiros com publicações dessas brigas no YouTube.
Jannimária

VIOLÊNCIA ESCOLAR
Entrevista concedida pela Diretora, Sra *X e a Coordenadora Pedagógica, Sra *Y sobre violência escolar na escola *XYZ, que conta com a educação infantil e ensino fundamental.
( * - os nomes aqui citados são fictícios para resguardar os entrevistados e a instituição escolar)
Pergunta – Sra X, qual foi o caso mais grave de violência que a senhora presenciou em sua escola?
Diretora, Sra X – Um aluno do 9º ano saiu no último horário de aula da escola que é às 12:20h, e foi brincar em um parque perto daqui (a escola fica na Freguesia – Jacarepaguá no Rio de Janeiro. Esse aluno estava brincando de bicicleta descendo de uma rampa, quando a bicicleta ficou sem freio e o aluno só foi parar em um carro que estava estacionado em frente a essa rampa. O aluno se machucou. O seu rosto ficou cheio de cacos de vidro. Exatamente às 13:20h, esse aluno, levado por um colega, foi até a escola pedir ajuda. Abrimos a porta e o aluno, que estava muito nervoso, gritava dizendo que a culpa era nossa. Acreditamos que ele teve essa reação já querendo transferir o problema para a escola com medo da reação dos pais. Tentamos acalmá-lo e ligamos para seu pai. Quando o pai chegou, o aluno rapidamente começou a gritar que a culpa era nossa, já com medo de ser advertido pelo pai. O pai, vendo o estado filho, por sua vez, também nervoso, gritava conosco, nos agredindo verbalmente, quando a Coordenadora Pedagógica, mais calma, intercedeu.
Coordenadora Pedagógica, Sra Y – Primeiro, tentei alertar, dentro daquele caos, que o aluno precisava de cuidados médicos e deveria ir a um hospital. Perguntei se o aluno possuía algum plano de saúde, já que o fato tinha ocorrido fora da escola. O pai colocou o aluno no carro e como os dois estavam muito nervosos os acompanhei. Bem, o aluno foi para o centro cirúrgico para retirada dos cacos de vidro em seu rosto. O aluno ficou bem e o pai, mais calmo, escutou a versão da escola e nos pediu desculpas. Infelizmente, houve muita violência e desgaste para que a verdadeira versão dos fatos pudesse ser entendida.


Sobre a violência escolar:

A complexidade da violência esta na origem da própria humanidade e está vinculada a premissa de que para educar uma criança é preciso humilhar, ferir… A criança cresce num ambiente familiar de violência física e simbólica onde há a ausência de afeto e das mínimas condições de sobrevivência. 
Quando se depara em sua memória de violência qualquer cena que vivenciou acaba por colocar para fora toda a violência acumulada, não importa que seja de pais ou professores ela acaba projetando para o outro o seu sofrimento psíquico, os rancores e desamores que presenciou ao longo da sua infância e juventude. 
Em alguns casos vemos que não é tão simples assim, a criança e o jovem que agridem o professor precisam de ajuda e o professor que é agredido também. O extermínio da juventude pobre é imenso no país. A causa é a falência da família com a terceirização do mátrio e pátrio poder. Hoje os pais não querem mais cuidar dos seus filhos e delegam sempre para o outro. Este desamor vivenciado desde o ventre materno, somado à imensa desigualdade social do país são fatores a considerar nesta explosão de violência. Mas por que ninguém faz nada? Pois, a sociedade de consumo envolve e hipnotiza a todos. A indiferença em relação ao outro é o preço que estamos pagando. Um preço alto demais se considerarmos o número de famílias que perdem seus filhos pelo narcotráfico, violência, alcoolismo juvenil. O que temos que ver com isto? Tudo! Principalmente, quando não valorizamos e exigimos condições dignas de trabalho aos professores... 
Entrevista concedida a Aluna Ana Cristina Tavares Brilhante

Infelizmente a mídia nos demonstra que a violência está presente em todos os lugares, na rua, no clube, nas comunidades e na escola também, é percebível que a violência escolar tem aumentado muito, isso é um fato extremamente assustador e verídico.
Sabe-se que, além da violência simbólica, atualmente a violência física tem demonstrado números expressivos, seja em qualquer seguimento, tanto em  instituições da rede privada quanto na rede pública.
Portanto é primordial discutir o assunto com todas as pessoas que circulam o meio escolar pais, alunos, funcionário,  vitimas, enfim todos os indivíduos, para assim buscar uma maneira democrática de resolver a questão.
O Debate é uma ótima oportunidade para esclarecer, apresentar ideias, indagar questões, é fundamental levar para o interior da escola, noticias de violência escolar e discutir sobre as mesmas, ouvir, orientar, construir valores, atitudes coletivamente e assim tentar modificar os casos de violência nas escolas,
O Diálogo é um passo determinante para encontrar a solução.
É preciso mostrar que o problema é de todos e que construir a solução é atitude de todos, para o bem estar de todos
Nadir
“(...)o pedagogo é todo profissional que lida com a formação de sujeitos, seja em instituições de ensino, seja em outro lugar.” (LIBÂNEO, 2006, p.215)


Achei essa citação bastante interessante, pois nos leva a pensar sobre o campo de atuação do pedagogo, que muitos julgam ser apenas dentro de uma instituição escolar e não imaginam a amplitude de seu trabalho, ou seja, que este pode também ser desenvolvido fora da escola.

Por: Luana Bitencourt (Pólo Três Rios)
Participação no Blog Pólo Três Rios

Grupo/Trio:

1- Eliza de Paula

2- Luana Bitencourt

3- Roberta de Souza Santana Guimarães

Quatro em cada dez professores já sofreram algum tipo de violência em escolas do Estado de São Paulo



Cenas de alunos brigando entre si, agredindo professores ou sendo atacados por profissionais que deveriam ensiná-los são cada vez mais comuns nas redes sociais e em noticiários da TV.
Os casos acontecem desde os anos 1990 – quando surgiram as primeiras discussões de especialistas sobre o assunto – e estão relacionados com o aumento da criminalidade nas grandes cidades, verificado na mesma época.

Na última década, contudo, os registros tornaram-se mais frequentes, além de ganharem notoriedade graças à divulgação na internet, em sites como o YouTube e o Facebook. Os vídeos são disseminados, muitas vezes, pelos próprios jovens envolvidos nas agressões, como forma de conquistar status junto aos colegas.
O crime mais marcante ocorreu em 7 de abril de 2011, quando doze adolescentes com idades entre 12 e 14 anos foram mortos a tiros na escola municipal Tasso da Silveira, localizada no bairro do Realengo, zona oeste do Rio de Janeiro. O atirador, Wellington Menezes de Oliveira, era um ex-aluno que teria sido vítima de bullying.
Segundo a pesquisa mais recente sobre o assunto, divulgada em 9 de maio, quatro em cada dez professores já sofreram algum tipo de violência em escolas do Estado de São Paulo. O levantamento, realizado pelo Instituto Data Popular e a Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo), entrevistou 1.400 docentes da rede estadual de 167 cidades.
Os dados comprovam o que educadores já sabiam: a fronteira entre a escola e a violência das ruas deixou de existir. Vandalismo, agressões, confronto entre gangues, roubos, tráfico e até assassinatos passaram a fazer parte da rotina escolar.
De acordo com a pesquisa, intitulada “Violência nas escolas: o olhar dos professores”, 72% dos professores já presenciaram briga de alunos, 62% foram xingados, 35% ameaçados e 24% roubados ou furtados. A situação é pior em bairros de periferia, onde 63% dos profissionais consideram a escola um espaço violento. A insegurança no trabalho, de acordo com os coordenadores do estudo, é comum entre os docentes.
Mas, porque a escola deixou de ser uma referência de segurança e de futuro melhor para crianças e adolescentes para se tornar um ambiente de medo?
Na opinião dos professores entrevistados (42%), as razões estariam no uso de drogas por parte dos alunos. O tráfico, muitas vezes, acontece dentro dos próprios estabelecimentos de ensino.
Psicólogos e pedagogos apontam ainda a educação recebida em casa. Os pais são muito permissíveis em relação o comportamento dos filhos ou muito agressivos. De qualquer forma, de acordo com especialistas, a falta de valores familiares seria um dos motivos da violência.
Apontam-se, também, fatores como a exclusão social a falta de perspectiva em relação ao futuro profissional e acadêmico. A educação, nesse sentido, deixou de ser uma alternativa ao ciclo de pobreza e desagregação familiar vivido por estudantes de periferias.

Entretanto, uma pesquisa mais abrangente, publicada pela Unesco em 2003, concluiu que nenhuma dessas explicações, isoladas, respondem à questão. É preciso, de acordo com a Unesco, analisar um conjunto de causas externas (como o fácil acesso a armas e drogas no entorno das unidades de ensino) e internas, que interagem entre si.
Entre os aspectos internos são apontados a falta de segurança nas escolas e o descontentamento de alunos com a disciplina, a estrutura e a qualidade de ensino. Segundo a Unesco, a violência é uma das principais razões para o abandono dos estudos.
Para especialistas, programas educativos que envolvam a comunidade e discutam o tema com alunos e familiares apresentam resultados positivos na redução da violência nas escolas. Os governos investiram, ao longo dos anos, em rondas escolares, sistema de vigilância por câmeras e proteção dos prédios com muros altos, grades e cadeados. Também são promovidos eventos, palestras e oferecidos cursos de mediação de conflitos em escolas públicas para educadores.
A violência nas escolas, infelizmente, é apenas um dos aspectos da violência no país. Outros já foram abordados aqui no passado. Desses, selecionamos dois relativamente recentes, que vale a pena rever, para contextualizar o problema escolar no âmbito nacional. É importante também relembrar a questão do bullying, para saber com precisão o que isso significa e como o assunto é tratado no Brasil.
(Fonte: http://www.estudavest.com.br/blog/id68/quatro_em_cada_dez_professores_ja_sofreram_algum_tipo_de_violencia_em_escolas_do_estado_de_sao_paulo)


Estas estatísticas apontam para uma questão muito difícil a ser trabalhada pelos Gestores Escolares. Entendemos que é complicado até mesmo para eles falarem sobre o assunto, por conter uma série de variáveis muito delicadas, que são impostas tacitamente pela própria estrutura socioeconômica e cultural neoliberal capitalista da sociedade atual... Então, NOSSO DEPOIMENTO IRÁ CENTRAR-SE EM NOSSO CONTATO DIRETO, prático e diário, COM OS GESTORES de uma das principais unidades escolares atingidas por esta trágica realidade: a Escola Municipal Tasso da Silveira...

Eu sou Ana Paula, moradora do bairro de Bangu, sou Professora do Município do RJ e nesta época eu estava trabalhando na Sede da Secretaria Municipal de Educação. Eu tive a oportunidade de acompanhar de perto os momentos de sofrimento vivenciados por essa Unidade Educacional. Após alguns dias de luto, os procedimentos adotados pelo diretor (da época) para lidar com esta situação de extrema gravidade foram decisivos para a retomada do funcionamento da escola. Ele buscou o caminho da transformação, envolveu o corpo docente, despertou nos alunos o sentimento de pertencimento, melhorou a comunicação e a parceria com os responsáveis e funcionários, e as decisões referentes aos mais variados assuntos e situações passaram a ser acordadas por todos, em conjunto! A atuação equilibrada da gestão foi o ponto principal para que aquela escola retomasse suas atividades e desenvolvesse um trabalho pedagógico de prevenção à violência, integrando toda a comunidade numa convivência solidária.
Com esta situação que vivenciei, pude aprender que neste caso de violência escolar: 1- o gestor deve identificar o problema e buscar um trabalho integrado, participativo, contendo toda a comunidade escolar; 2- ter a preocupação pedagógica, com ações efetivas de combate a violência, ações que vão além da punição, baseadas no diálogo verdadeiro, no respeito, acordadas coletivamente (sempre!), reunindo diversas opiniões e considerando as características individuais dos alunos. 

Eu, Deni Cristina, sou Agente de Apoio à Educação Especial da Escola Municipal Tasso da Silveira. Eu ainda não trabalhava na escola quando aconteceu essa tragédia, mas tenho contato com professores que presenciaram. Eles preferem não lembrar... A gestão atual da escola sempre preocupa-se em "limpar" a imagem da escola, mantendo tudo o mais perfeito possível, dentro da maior ordem, sensibiliza os alunos no sentido de manterem a disciplina e o bom desempenho para honrar a tradição de ensino de qualidade da escola, enfim... Todo um esforço da gestão (da diretoria da escola), diário e incessante, para resgatar a leveza do ambiente escolar perante a comunidade, para manter a segurança dos alunos e a qualidade do ensino. É preciso realmente haver um comprometimento pessoal, de vida com uma escola neste sentido. E isto, começa pela Gestão que, através do seu contato e persuasão de toda a pirâmide hierárquica de funcionários da escola, vai encaminhando-os no mesmo sentido... Gerir nestas circunstância é uma verdadeira lição de vida!

Eu sou Silvia e, pelo contato com as colegas do meu grupo que trabalham na área da Educação e tiveram contato direto com a unidade escolar citada, pude compreender que a base do trabalho da Gestão Escolar para lidar com a problemática da violência está contida no art.4º da Lei nº 6.084, de 22 de novembro de 2011, que institui o programa de prevenção e conscientização do assédio moral e violência no âmbito do estado do Rio de Janeiro e determina: "Para a implementação deste programa, cada unidade de ensino deverá criar uma equipe de trabalho multidisciplinar, com a participação de professores e alunos, associações de pais e responsáveis." Ou seja, mais do que uma determinação legal (ainda que seja de âmbito estadual), este compromisso, de puxar para si essa atribuição de envolver as pessoas (o que requer paciência, conversa, convencimento, didática, respeito às diferenças, etc) e desenvolver um programa de prevenção, ou de reconstrução da memória, do sentimento, da integridade moral de uma escola - como foi o caso da escola citada - , é uma tarefa que exige mais do que a inteligência do Gestor Escolar, conhecimentos de leis, ocupação de um cargo público, requer: Mente, Alma, Coração, Perseverança, Esperança, enfim, toda uma gama de sentimentos voltados para o bem de toda uma coletividade. É uma questão de querer o bem dos outros e se empenhar nisto, ou melhor, se sacrificar (de alguma maneira: dedicando seu tempo, esforço, atenção constante, força de vontade) para que isto aconteça! E isto foi feito e continua sendo feito na Escola Municipal Tasso da Silveira. Parabéns aos Gestores que se empenharam e continuam se empenhando nesta tarefa tão humana e tão complexa!  


Grupo:
1- Ana Paula Fernandes da Rosa Barros
2- Deni Cristina da Silva Domingues
3- Silvia Helena Lobo da Silva


Fonte da imagem “Possibilidades de atuação do pedagogo”:  



Fonte da página 15, da apresentação de slides da Pedagoga Andra Kochhnann “Em presídios”:
Esta explicação em slides EXCELENTE! Vale a pena dar uma olhada! Ainda, esta perspectiva do pedagogo em presídios, para nós está sendo uma verdadeira descoberta!!!

Grupo:
1- Ana Paula Fernandes R Barros
2- Deni Cristina S Domingues
3- Silvia Helena Lobo da Silva
 



terça-feira, 27 de setembro de 2016

Introdução ao BLOG do pólo Rocinha

Esse espaço será destinado ao compartilhamento das pesquisas na disciplina GSE2 sobre as experiências dos profissionais da educação, em especial, Pedagogos Gestores atuantes na função de  supervisores, orientadores educacionais e coordenadores, na Educação Básica.