sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Desafios à atuação da pedagogia na escola

Alunas: Andréa Souza da Silva Ambrósio - 13212080394
Flávia Mota Magalhães Pereira - 13212080384
Lívia de Oliveira Lima - 13212080361

Na atualidade os desafios enfrentados pelo gestor escolar, vão além das dependências escolares, o desafio do Gestor  escolar vai além dos muros da escola. A violência só poderá ser diminuída se todos em ação conjunta tivermos o mesmo objetivo, o de transformação em busca da razão, que é a falta de igualdade social e comprometimento com  o compromisso de levar uma educação justa, de qualidade, livre de preconceitos,  e respeito pelo indivíduo e suas peculiaridades, pois nenhum ser humano e desprovido do saber, todo individuo possui uma bagagem cultural que já traz consigo.

É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade, e à convivência familiar e comunitária, além de coloca-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, Violência.

 A equipe diretiva é um dos elementos da comunidade escolar que possibilita a construção de um ambiente sociomoral, cooperativo e de acolhimento ao outro, buscando alternativas através de reuniões com a equipe docente pedindo para que promovam formas de transmitir aos alunos informações a respeito de violência nas escolas através de palestras, debates promovidos em sala de aula respeitando a opinião do outro, dinâmicas em grupo, trabalhos coletivos e individuais como forma de  reduzir a violência escolar.

A violência apresenta-se como um problema social que não é contemporâneo e vem atingindo proporções mundiais e ainda , hoje, presente em todo o âmbitos da sociedade, entre eles, as escola. As diversas manifestações da violência na escola apontam para a necessidade de uma  reflexão e compreensão do porquê da existência de comportamentos agressivos na relação pedagógica.
São professores, orientadores, coordenadores  das escolas preocupados e impotentes, diante destas manifestações de agressividade que vem ocorrendo nas escolas. 

Torna se cada vez mais necessário que  se investigue como diretores, supervisores, orientadores e coordenadores percebem e compreendem as situações de violência (fenômeno bullying) dentro das escolas, e quais ações são tomadas diante dessas situações, que se apresentam cada vez mais constantes no dia a dia das escolas, tornando cada vez mais difícil e desafiador a atuação do gestor, que precisa trabalhar cada vez mais de acordo com a realidade da comunidade ou localidade onde se localiza a instituição na qual atua.

​Referências:.  



A problemática da violência escolar: reflexão e desafio para a gestão



A violência é traduzida, hoje, como um fenômeno preocupante, pois é presença marcante nas diversas sociedades de todo o mundo nas mais variadas culturas. Vivemos e agimos em função da violência, muito mais do que podemos perceber. Isto se tornou para nós uma forma de vermos o mundo. Para Abramovay e Rua (2002), “Este, além de constituir um importante objeto de reflexão, tornou-se, antes de tudo, um grave problema social”.

As manifestações violentas assumiram formas variadas, sutis e, muitas vezes, perversamente camufladas por trás de um cenário tranqüilo na dinâmica das relações sociais. O que parece violento em certas culturas torna-se uma expressão natural em outras formas de organização social.

É neste contexto que o cotidiano escolar tem sido palco de manifestações agressivas, variando desde depredações até agressões verbais e físicas. A violência é um problema que se instalou no interior das escolas e já não temos como ignorá-la. 

No entanto, os gestores escolares, que são os sujeitos envolvidos diretamente na ação educativa, não têm conseguido lidar com esta questão, denotando despreparo e falta de conhecimento acerca do assunto. Muitas vezes, na busca ansiosa por ações que amenizem a problemática, o fracasso é inevitável, agravando qualitativamente o desempenho das atividades desenvolvidas no ambiente escolar. Policiais, detectores de metais, advertências ou expulsões são medidas que não têm adiantado no combate à violência, pois são também atuações agressivas. Estas ações têm atingido o fenômeno superficialmente, apenas em seus efeitos aparentes. Concordando com Áurea Guimarães (1996), ao lidarmos com questões de violência utilizando violências ainda maiores, com medidas exclusivamente punitivas, estaremos adiando a questão e camuflando seus efeitos, para que mais tarde tudo volte à tona.

A expressão da violência possui raízes profundas que vão além das aparências e de tudo aquilo que é palpável e visível aos nossos olhos. É preciso que gestores educacionais e profissionais da área educacional tomem consciência da importância de se estudar o tema, suas implicações, características, conceitos e expressões, livres de preconceitos, alarmismos ou redundantes retóricas.

Destaca-se, aqui, a importância do envolvimento da gestão na questão da violência, uma vez que suas ações alcançam  diretamente o dinamismo do trabalho escolar bem como o seu direcionamento na comunidade escolar e na sociedade. É através da gestão educacional que se pode atingir  todos os atores do cenário escolar.

A gestão escolar atual não pode mais se fechar em ações isoladas, ignorando acontecimentos que vão além dos muros da escola, uma vez que esta instituição traduz o reflexo da sociedade com todos os seus dilemas e contradições. Refletir sobre o problema, além se ser uma necessidade, retrata um desafio para gestores. Neste sentido Waiselfsz (1998) afirma que: (O) aumento da violência cotidiana configura-se como aspecto representativo e problemático da atual organização da vida social nos grandes centros urbanos, manifestando-se nas várias esferas da sociedade e constituindo-se como um dos principais problemas do momento.

 Algumas pesquisas que abordam o tema violência escolar têm sido desenvolvidas no Brasil, embora em quantidade pouco representativa frente às necessidades investigativas desta temática. Outras, realizadas fora do país, têm sido alvo para análises e discussões entre educadores e pesquisadores.

Chrispino e Chrispino (2002), em “Políticas Educacionais de Redução da Violência: Mediação do Conflito Escolar”,apontam a massificação da educação como uma das três grandes revoluções no quadro educacional. Para estes autores, tal fato vem ocasionando grandes mudanças educacionais e uma delas é a heterogeneidade dos alunos e o convívio com diferentes padrões culturais, apontando para esta massificação do ensino como fator que pode vir a ocasionar fatos violentos no ambiente escolar, uma vez que pode ser um gerador de conflitos. Finalmente propõem a mediação de conflitos como uma das formas de prevenção à violência.







Esgotamento físico e mental dos educadores: Síndrome de

 Bournout




Disponível em : http://claudeko-claudeko.blogspot.com.br/2010_10_01_archive.html  Acessado em Rio de Janeiro, 14 de Outubro de 2016



Disponível em: http://gestao2bro.blogspot.com.br/2013_05_01_archive.html. Acessado em Rio de Janeiro, 14 de Outubro de 2016



A síndrome de Burnout também chamada de Síndrome do esgotamento Profissional, foi assim denominada pelo psicanalista nova-iorquino Freudenberger, consiste na dedicação exagerada à uma atividade profissional onde a necessidade de se afirmar e o desejo de realização profissional se transforma em obstinação.
Ao se tratar desta síndrome nos Educadores é conhecida como uma exaustão física e emocional que começa com um sentimento de desconforto e pouco a pouco aumenta à medida que a vontade de lecionar gradualmente diminui.
Muitos fatores podem ocasionar esse tipo de estresses nos professores como as políticas inadequadas da escola, atitude de administradores, colegas profissionais e supervisores, carga de trabalho excessiva, baixos salários, violência instalada no ambiente escolar, falta de incentivo na formação continuada de sua profissão e falta de reconhecimento profissional na visão de pais, responsáveis ou dos próprios alunos em relação a profissão de professor.
Esses fatores podem afetar o desempenho do profissional. A ausência de fatores motivacionais acarreta tal estresse profissional, fazendo com que o profissional largue seu emprego, ou, quando nele se mantém, trabalhe sem o valoriza-lo.
Portanto a visão dos gestores e supervisores perante tal tema é de suma importância, pois como gestor de uma equipe de educação devesse ter como prioridade fornecer qualidade de vida para propiciar formação de indivíduos reflexivos capazes de exercer sua cidadania, para que isto ocorra à valorização dos alunos e de seus educadores torna-se um objetivo especifico na gestão escolar.
Os gestores escolares podem contribuir trabalhando em cima de melhores condições para os educadores com a finalidade de evitar ou amenizar o estresse laboral como: melhor planejamento das atividades diárias dos educadores; manter o foco nos resultados de sua equipe sem estimular a competição ao alcançar o melhor desempenho e sim a valorização de todos de sua equipe; promover uma boa qualidade nhoque diz respeito as relações interpessoais dos educadores de sua equipe.

Referencias:
Sindrome de Burnout disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADndrome_de_burnout Acessado em 14/10/2010. Rio de Janeiro.
Levy, Gisele Cristine Tenório de Machado; Sobrinho, Francisco de Paula Nunes e Souza, Carlos Alberto Absalão. Síndrome de Burnout em professores da rede pública. Universidade Estadual do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro.

·   Jbeili, Chafic. Burnout em professores. Sindicato dos Professores do Município do Rio de Janeiro e Região. Rio de Janeiro

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