segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Dielly Silva de Souza 14212080052
Débora Mesquita Gonçalves - 12112080372

Síndrome de Burnout

Ser professor com certeza envolve sonhos, ideais, esperanças etc. A expectativa em contribuir para a construção do conhecimento de uma criança, fazer parte desse momento único, criar possibilidades para constituição de um verdadeiro cidadão abrange essa profissão tão necessária e especial.
São exatamente os profissionais da educação que carregam esses sonhos que muitas vezes apresentam a Síndrome de Burnout. O sentimento de frustração por não conseguir atingir essas metas, o confronto com um sistema que não concorda com a formação de cidadãos plenos, as inúmeras exigências, a desvalorização social e salarial, a falta de apoio da equipe escolar e família dos alunos colaboram para esse quadro.
A consequência é um professor despersonalizado, que deixa de se envolver emocionalmente com seu trabalho e trabalha para receber o salário ao final do mês. Infelizmente, o sistema não parece estar preocupado com a presença dessa síndrome entre os profissionais da educação, até porque parte dele a estrutura e condições que favorecem tal quadro. Logicamente, a incidência ocorre em maior número na rede pública, o que atesta o desinteresse pela educação por parte dos governantes.
Os gestores podem contribuir para a superação da Síndrome de Burnout a partir de discussões em grupos, momentos de reflexão, trocas de experiências entre os profissionais e na construção coletiva do Projeto Político Pedagógico. Dessa forma o espaço escolar pode se tornar um ambiente saudável e convidativo para práticas que deixem os profissionais mais realizados.

2 comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

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  2. É importante ressaltar que a qualidade de vida é uma das armas para prevenir a Síndrome de Burnout. E isso inclui cuidar da saúde, dormir e alimentar-se bem, praticar exercícios e manter uma vida social bem ativa.
    Dielly e Débora

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